PROLETRAMENTO MATEMÁTICA VIRADOURO 2013

ESPAÇO DEDICADO A POSTAGENS DE TRABALHOS RELATVOS AO PROLETRAMENTO DE MATEMÁTICA DO MUNICÍPIO DE VIRADOURO - SP


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PORTFÓLIO - PRÓ LETRAMENTO MATEMÁTICA BRUNA SARTI RAIMUNDO

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I – FASCÍCULO 1 – NÚMEROS NATURAIS

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA

A presença dos números naturais em nosso cotidiano é um fato e estudar sobre o tema e como trabalha-lo em sala é de grande importância. O tema é fácil de ser trabalhado com os alunos de Educação Infantil.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA

O encontro foi muito prazeroso, mostrando a diferença entre números e numerais, em que o primeiro traz a ideia de quantidade (muito, pouco, etc.) enquanto o segundo são os símbolos usados para representar, a grafia da quantidade. Foi também falado sobre os Sistemas de Numeração, que nada mais são que um conjunto de regras que permite agrupar determinados numerais para representar determinados números. Nosso Sistema de Numeração é o indo-arábico, e sua regra é posicional, isto é, a posição dos algarismos muda os valores.
Também falamos da dificuldade do professor entender o raciocínio do aluno quando o mesmo comete um erro, principalmente através dos exemplos expostos no livro.
Houve sugestões para trabalhar os números naturais através do concreto.

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
1ª Atividade: Quantos somos?
Essa é uma atividade permanente. Primeiro realizo a contagem junto com as crianças dos meninos, a seguir das meninas e por último de todas as crianças. Ao contar todas as crianças enfatizo que é a soma dos meninos e das meninas.    

2ª Atividade: Boliche
A maioria das atividades é realizada através do concreto, por isso pensei ser interessante a brincadeira do boliche. Havia 10 garrafas e solicitei que cada uma das crianças tentassem acertar o maior número de pinos que conseguissem. Assim, contamos os pinos derrubados, os pinos que ficaram em pé e comparamos se havia mais pinos em pé ou deitados.

3ª Atividade: Completar
Entreguei uma folha para cada criança para que analisássemos seu conteúdo. Fiz perguntas como o que vemos na folha? Temos quantos vasos? E flores? O que vocês acham que está faltando? A seguir, li o enunciado: Maria tem 3 (três) vasos. Quantos estão vazios? Complete o trabalho de Maria desenhando nos vasos vazios.

V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS

A minha surpresa maior foi ao aplicar a atividade de completar para a turma, pois o desenvolvimento foi maravilhoso! Fiquei impressionada com o raciocínio das crianças.

VI – CONCLUSÃO

Trabalhar os números naturais na Educação Infantil é muito tranquilo pois a todo momento os utilizamos, tanto nas atividades pedagógicas quanto nas de rotina.





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I – FASCÍCULO II – OPERAÇÕES COM NÚMEROS NATURAIS

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
O segundo fascículo é uma continuação do primeiro, já que expõe sobre as operações com os números naturais, por isso não é um tema difícil de ser trabalhado com a Educação Infantil.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
As operações com números naturais fazem parte do nosso cotidiano e, na maioria das vezes, não conseguimos relacionar o conteúdo da sala de aula com o nosso dia a dia.
Falamos sobre o algoritmo e como trabalha-lo. O texto base argumenta sobre trabalhar desde os primeiros exemplos do algoritmo de adição com as reservas, quando a soma dos números é maior que nove, para que os alunos percebam a vantagem de iniciar o processo do algoritmo pela ordem das unidades.
Durante esse fascículo também trabalhamos com o QVL (Quadro Valor de Lugar) e com o material dourado tanto para a adição quanto para a multiplicação.
A forma como a multiplicação e a divisão foram apresentadas foram de grande auxílio para entender como a criança pode raciocinar. Os cálculos mentais em multiplicação e o passo a passo da divisão também foram muito importantes.
A sugestão do Labirinto da tabuada no site da Nova escola foi bem interessante.

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
1ª Atividade: Aprendendo a dividir – separação de peças por tamanho
Mostrei as peças e seus diversos tamanhos e cores e expliquei como seria realizada a atividade. A seguir, coloquei os quatro tamanhos diferentes no chão, chamei criança por criança para que pegasse uma peça do monte e colocasse junto com a peça do tamanho correspondente. A atividade foi trabalhosa e demorada mas as crianças compreenderam-na. Apenas duas tiveram dificuldade em relacionar o tamanho médio. Após a separação das peças, reparti-as entre as crianças, da menor para a maior peça. Questionei se sobrou peças e o que poderíamos fazer, decidimos não dividir as peças maiores por não ter suficiente para todas as crianças, ou melhor, havia mais crianças que as peças maiores.

2ª Atividade: Dança da cadeira
Através da brincadeira da dança da cadeira, trabalhei a subtração. Cada vez que uma criança “sobrava”, contávamos juntas as cadeiras e as crianças, sempre reforçando que havia mais crianças que cadeiras.

V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS
Quando o tema foi apresentado, pensei que teria dificuldade em trabalhar com a turminha de três a quatro anos, mas acredito que consegui contextualizar o tema, adequando-o a faixa etária com a qual trabalho. Apenas não consegui elaborar uma atividade que contivesse o algoritmo da multiplicação.

VI - CONCLUSÃO
Esse fascículo apresentou um tema muito interessante. Acredito que seja um dos maiores desafios para os professores do Ensino Fundamental, pois, muitas vezes, o professor possui dificuldades de acompanhar o raciocínio das crianças.  Assim, ajudou a esclarecer muitas dúvidas além de questionar, nos fazendo refletir se como ensinamos é o modo correto.

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3 FASCÍCULO III - ESPAÇO E FORMA em Qua Jul 31, 2013 7:30 am

I – FASCÍCULO III – ESPAÇO E FORMA

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
O tema espaço e forma é bem familiar, pois é constantemente trabalhado na Educação Infantil, principalmente as figuras planas.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
O texto base mostra que a nossa geometria é focada na Geometria Euclidiana, isto é, busca “sistematizar o saber geométrico através da enunciação de definições, postulados e axiomas.” (PRO-LETRAMENTO, 2008, p. 9) Além da ação pedagógica estar centrada na linearidade, ensinando ponto, reta, linhas, figuras planas e sólidos geométricos, esquecendo-se que a criança desde pequena manipula objetos geométricos – bolas, latas, caixas de papelão.
Há ainda a cultura de que o estudo do espaço e da forma não são tão relevantes no ensino da matemática, mas são totalmente necessários para a localização, a orientação, o conhecimento do espaço e atividades profissionais como da construção civil, da tecelagem entre outras.
O que foi sugerido é que se inverta o estudo das formas, começando a trabalhar a partir dos sólidos geométricos para que tenha sentido o que será aprendido.
IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
Antes de iniciar as atividades, exploro o ambiente escolar com as crianças perguntando onde podemos encontrar as formas geométricas conhecidas (triângulo, quadrado e círculo). Também apresentei o retângulo. Algumas crianças conseguem identificar com facilidade as formas no ambiente, foi o caso da porta, do círculo de cores, dos azulejos, entre outros.
Após a exploração do ambiente, propus um jogo de dominó contendo as quatro formas geométricas, assim poderiam comparar e identificar as peças iguais.
Em outro momento, trabalhei a montagem de uma figura através de três formas geométricas e o resultado foi maravilhoso! A minha maior surpresa foi um dos alunos montar um foguete. Outros fizeram menino, casa, menino deitado. Realmente essa atividade me surpreendeu!

V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS
A minha surpresa foi perceber que no Ensino Fundamental a introdução da geometria é feita de forma descontextualizada.

VI – CONCLUSÃO
O estudo da geometria é muito mais que pontos e retas, através do estudo do espaço e da forma estamos explorando o ambiente, o cotidiano. Aprofundar nesse tema é muito importante para o desenvolvimento da criança, pois ela aprende a se orientar, a enxergar a geometria de uma forma diferente e contextualizada.

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4 FASCÍCULO IV - Frações em Qua Jul 31, 2013 9:21 am

I – FASCÍCULO IV – FRAÇÕES

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
O tema parece ser difícil de ser trabalhado, principalmente as operações com frações e inicialmente não tinha ideia de como trabalhar com a turma do maternal.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
As frações surgiram para representar a parte de um todo, por exemplo, quando repartimos uma maçã para quatro pessoas, distribuímos um quarto para cada uma, assim, a maçã foi dividida em quatro partes iguais.
A leitura das frações é muito importante, pois o denominador é aquele que dá o nome a fração, enquanto o numerador é aquele que indica o número de partes que teremos.
Trabalhar com frações em potência 10 e relacioná-las aos números decimais e a porcentagem abre um leque de reflexões para o estudante, permitindo que ele faça relações de equivalência, por exemplo:
65  0,65   e 65% são o mesmo número representado de formas diferentes.
100
Uma forma fácil e muito trabalhada para entender frações é através das imagens de bolos, tortas e pizzas, sempre enfatizando que as partes devem ser igualmente repartidas. Mas as frações também indicam a razão entre a parte e o todo, por isso devemos introduzir frações com a ideia de medida para que as crianças possam associar as duas ideias matemáticas.

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
Com as crianças do maternal dá para realizar atividades simples como repartir uma fruta ou um pacote de bolacha, mostrando que o todo pode ser dividido em parte iguais.
Auxiliei também um garoto do sétimo ano do Ensino Fundamental com dificuldades em matemática. Falei sobre as frações, suas relações e consegui que entendesse a equivalência entre a fração, o número decimal e a porcentagem. Falei também sobre a razão e sobre as operações com frações.

V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS
A minha maior dificuldade foi explicar as diferenças das operações com frações, pois sei fazê-las mecanicamente e tive que parar e estudar para depois explicar.

VI – CONCLUSÃO
O tema fração é muito amplo e um tanto complexo, deve ser bem estudado pelo professor para ser introduzido em sala de aula para que o aluno não fique perdido com tanta informação. O texto base serviu para mostrar formas de trabalhar, além de conceituar de forma clara o tema.

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5 FASCÍCULO V - Grandezas e Medidas em Qua Jul 31, 2013 4:43 pm

I – FASCÍCULO V – GRANDEZAS E MEDIDAS

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
O tema é familiar, já que comparamos volumes, pesos, temperaturas, entre tantos outros.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
De acordo com o RCNEI e os PCNs, o tema Grandezas e Medidas é um bloco de conteúdos que deve ser trabalhado desde a Educação Infantil ( 4 a 6 anos) e também no Ensino Fundamental tão grande a sua importância, já que está vinculado ao dia a dia.
“Medir significa comparar grandezas de mesma natureza” (PRÓ-LETRAMENTO, 2008, p. 9), por isso a unidade de medida utilizada deve ser adequada ao que se vai medir. Uma estrada deve ser medida em quilômetros e não em centímetros, por exemplo. Também podemos medir o tempo, a temperatura e o dinheiro.
O tema Grandezas e Medidas deve ser trabalhado juntamente com os números racionais para que haja uma contextualização do termo número racional, pois para uma criança que aprendeu que 3 > 2, 1/3 será maior que ½. “É natural que elas raciocinem sobre os números racionais como faziam anteriormente sobre os números naturais.” (PRÓ-LETRAMENTO, 2008, p. 11)
A abordagem de grandezas e medidas de comprimento, áreas e volumes, realizada juntamente com o trabalho com números decimais e frações, assim como sua evolução histórica, amplia o significado dos números e das operações, bem como melhora a compreensão dos conceitos relativos ao espaço e às formas. (PRÓ-LETRAMENTO, 2008, p. 12)

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
Várias das atividades propostas são fáceis de serem adequadas a Educação Infantil, pensei em realizar a atividade “Como fazer gelinho” no verão. Apliquei em sala a atividade de medição do tamanho das crianças. Coloquei-as deitadas no chão e com um giz risquei acima da cabeça e embaixo dos pés. Medi com uma fita métrica a altura das crianças e registrei em centímetros. Após a medição do comprimento das crianças, comparamos os tamanhos, sendo que cada um ficou atrás de sua medida e fizemos uma fila do menor para o maior.

V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS
A minha maior surpresa foi perceber que trabalhamos o tema grandezas e medidas e nem percebemos. É o caso da medição da temperatura de uma criança que pareça estar com febre.

VI – CONCLUSÃO
O tema Grandezas e Medidas pode ser melhor trabalhado em sala de aula, pois existem várias formas de abordar o assunto pedagogicamente. Relacionar grandezas e medidas com frações e números racionais é uma ótima forma de contextualização. As situações problemas propostas pela professora devem ampliar e aprofundar os conhecimentos adquiridos pelas crianças no dia a dia.

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6 FASCÍCULO VI - Tratamento da Informação em Qui Ago 01, 2013 7:06 am

I – FASCÍCULO VI – TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
Tratamento da Informação é um tema familiar mas não explorado por mim na Educação Infantil. Por envolver estatística, não havia pensado em trabalhar o tema com as crianças do maternal.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
O tema Tratamento da Informação explora os conceitos fundamentais da estatística através da análise de dados em tabelas e gráficos, interpretando e comparando as informações.
O conteúdo apresentado visa uma formação que privilegia a coleta, a seleção, a organização e a interpretação crítica de dados quantitativos da realidade, as inferências baseadas em informações qualitativas e a utilização das novas tecnologias da informação.
A palavra estatística deriva da palavra estado, em latim: status. E contempla três áreas: descritiva, probabilidade e inferência.
Atualmente, as informações fornecidas pelos meios de comunicação são apresentadas de forma estatística, por isso a importância do trabalho com as crianças do tratamento da informação desde o início do Ensino Fundamental.

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
Realizei uma atividade bem simples com as crianças. Primeiro falei que realizaria uma pesquisa em sala sobre a preferência das cores. Também expliquei como funcionaria a atividade. Pontuei que realizaríamos um gráfico de colunas de pecinhas para representar a preferência dos alunos presentes. Por ser a última semana de aula, havia poucas crianças para a realização da atividade.
Mostrei duas cores (vermelho e azul) e solicitei que cada uma das crianças apontasse qual cor preferia. Para cada resposta colocava uma pecinha em forma de torre. Quatro crianças preferiram a cor vermelha e quatro a cor azul. Comparamos e descobrimos que a quantidade e o tamanho de peças eram o mesmo.
Pelo gráfico não apresentar diferença, resolvi modificar as cores e acrescentar uma terceira (amarelo, verde e rosa). Assim, quatro crianças preferiram a cor rosa, duas verde e duas a cor amarela. Comparamos e descobrimos a diferença das peças. A cor preferida foi a rosa e pontuei que isso aconteceu devido ao maior número de meninas em sala, já que quatro das cinco meninas escolheram a cor rosa como preferida.

V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS
A minha maior dificuldade foi não conseguir aprofundar o tema com as crianças, pois é muito interessante que desde cedo elas se familiarizem com o tema.

VI – CONCLUSÃO
No mundo contemporâneo é necessário que saibamos como tratar as informações para utilizá-las a nosso favor.
Os meios de comunicação trabalham diariamente a informação por meio de estatísticas e ter o conhecimento de como selecioná-las, interpretá-las e utilizá-las é um dos desafios a serem vencidos pela educação para que diminua a manipulação da informação pelos meios de massa.

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I – FASCÍCULO VII – RESOLVER PROBLEMAS: O LADO LÚDICO DO ENSINO DA MATEMÁTICA

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
O tema é familiar e parece ser prazeroso trabalhá-lo no Ensino Fundamental, já que nessa idade há muitos questionamentos, instigando os alunos a resolver os problemas.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
O processo da resolução de problemas tem como principal objetivo criar estratégias para resolvê-lo, o problema não tem um fim em si mesmo, não deve ser usado como produto final, mas sim como mola propulsora.
O verdadeiro problema é aquele desperta no indivíduo a consciência do mesmo, procura solucioná-lo, tendo que trabalhar mentalmente o planejamento, a execução e a avaliação de suas ações. “O sujeito resolve um problema quando depara com uma situação nova que o motive, que o envolva em um processo criativo e reflexivo.” (PRÓ-LETRAMENTO, 2008, p. 9)
Os problemas são classificados em: problema-processo (reforça a matéria), problema do cotidiano (contextualização), problema de lógica, problema recreativo e problema-padrão.
Os problemas propostos pelo professor devem ser bem elaborados e explorados. Os métodos de resolução e seus passos são fundamentais para entender a aprendizagem e o raciocínio da criança, por isso o professor deve fazer questionamentos pertinentes, que auxiliem no desenvolvimento do pensamento da criança.

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
Com os alunos do maternal consigo trabalhar problemas de lógica e recreativos. Faço perguntas do tipo: “O sorvete ficou fora da geladeira. O que aconteceu?”. Também trabalho com quebra-cabeças.


V – DIFICULDADES E/OU SURPRESAS
A minha maior dificuldade foi de identificar os problemas do cotidiano, pois os mesmos devem fazer sentido para a criança e não para a comunidade em que vive.

VI – CONCLUSÃO
Resolver problemas explorando o lado lúdico da matemática é ainda um grande desafio para os professores, mas é de extrema importância que seja trabalhado para auxiliar no desenvolvimento do raciocínio, da criatividade e da aprendizagem das crianças.

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I – FASCÍCULO VIII – AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS

II – CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DO TEMA
O termo avaliação é delicado de ser trabalhado, principalmente pelo significado assustador que tem para a maioria dos estudantes, já que muitas escolas priorizam apenas as provas mensais e bimestrais.

III – APRESENTAÇÃO E ESTUDO DO TEMA
A principal dificuldade é desmistificar o termo avaliação, pois ele ainda é tratado apenas como provas. E não avaliação do dia a dia do aluno. A forma como vemos nossos alunos orienta nossas práticas de ensino e avaliação.
Um dos destaque do fascículo foi “Erro versus acerto”, em que mostra um problema matemático que Maria resolveu, raciocinando de forma correta e teve dificuldade apenas com a subtração final. A questão levantada sobre como corrigir o exercício serviu para que refletíssemos sobre como avaliamos nossos alunos.
O erro não deve ser tratado como algo ruim, mas como tentativas de acerto. Na avaliação da aprendizagem não vale apenas analisar o produto final, mas o caminho percorrido.

IV – EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
A avaliação da Educação Infantil consiste em observar e registrar a evolução diária das crianças, seja através de seu comportamento, da aprendizagem de conteúdos, das relações humanas, da autonomia.

V – DIFICULDADE E/OU SURPRESAS
Acredito que no Ensino Fundamental são poucos que percebem que as avaliações de comportamento, sociais e de autonomia também são de importância para as crianças, focando apenas na aprendizagem dos conteúdos.

VI – CONCLUSÃO
A avaliação da aprendizagem deve ocorrer o todos os dias para que sejam diagnosticadas as dificuldades tanto dos alunos quanto do professor, pois este também deve ser avaliado e auto-avaliado, repensando e melhorando sua prática pedagógica. O professor deve explorar a avaliação formativa.
O RCNEI (1998) observa a importância do registro diário para a percepção do percurso individual das crianças para que o conteúdo seja adequado as necessidades do grupo.

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